Evidências arqueológicas

Os Manuscritos do Mar Morto

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Em 1947, quando um pastor Beduíno encontrou dentro de uma caverna, jarros repletos de pergaminhos, a região desértica da Cisjordânia, Israel, nomeada de Qumran, deixou de ser somente vista como ruínas, para ser definida por pesquisadores como um dos mais importantes sítios arqueológicos do mundo. O que não poderia ser diferente, já que os pergaminhos encontrados nesse lugar são considerados até hoje, a maior descoberta arqueológica do século 20.

A descoberta do pastor Mohammed Ahmed el-Hamed, em Qumran, impulsionou a pesquisa de cientistas na região. Em seu término, a exploração arqueológia, viria resgatar os Manuscritos do Mar Morto: os mais antigos textos completos do Antigo Testamento, com exceção do Livro de Ester. Os Manuscritos do Mar Morto são mil anos mais antigos do que as escrituras consideradas as mais primitivas da Bíblia antes da descoberta.

Os mais de 900 pergaminhos escondidos em cavernas da região ao noroeste do Mar Morto, não só trariam um riquíssimo relato histórico do modo de vida e da experiência espiritual dos judeus, mas também a comprovação de que as escrituras hebraicas não mudaram seu conteúdo através dos anos. Após 60 anos de pesquisa, os cientistas ainda não conseguiram apontar que povo redigiu os manuscritos. A teoria mais disseminada é que o grupo judaico, do início da era cristã, os Essênios, tenham redigido o manuscrito.

Hoje, os manuscritos estão expostos no Museu de Israel em Jerusalém, no Santúario do Livro. Porém as mais antigas escrituras já encontradas estão disponíveis também na internet. Em 2012 elas foram publicados no site The Digital Dead Sea Scrolls.

Evidências arqueológicas

Papiro de Ipuwer

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Acreditar que um determinado acontecimento contém historicidade é reconhecer que há provas de que ele realmente ocorreu na história da humanidade. Em 1820, quando o Papiro de Ipuwer foi encontrado na cidade de Mênfis, no Egito, uma das histórias mais fascinantes da Bíblia, as dez pragas do Egito, alcançou, por meio da arqueologia, o patamar de historicidade. Inicialmente o Papiro de Ipuwer foi achado em 17 fragmentos, após reparação, está conservado no Museu Arqueológico Nacional de Leiden, na Holanda.

O papiro encontrado no começo do século XIX traz o relato de Ipuwer, um sacerdote egípcio que presenciou várias catástofres, por volta de 1300 a.c, no Egito. Este relato traz o ponto de vista dos egípcios, quando Deus mostra ao impassível Faraó, o seu poder impondo dez pragas sobre o território egípcio. O relato também é conhecido como Lamentações de Ipuwer, pois o texto em forma de oração mostra que o autor está desesperado, e pede amparo ao Deus Hórus.

Pesquisadores do texto traçam paralelos entre o relato de Ipuwer e trechos do Êxodo, livro da Bíblia onde são narradas as dez pragas. Frases retirados do papiro como “o rio se tornou sangue” e “rio é sangue e alguns bebem dele ainda assim” evocam diretamente a primeira praga lançada sobre o Egito (Êxodo 7:14-25), quando Móises vai até o Faraó e pede a libertação do povo Hebreu: “Arão ergueu sua vara e bateu com ela nas águas do Nilo, diante dos olhos do faraó e de sua comitiva. Toda a água do Nilo transformou-se em sangue. Os peixes do Nilo morreram, o rio começou a cheirar mal e os egípcios não podiam beber da água do Nilo. Havia sangue por toda parte no Egito”.

Outro trecho do Papiro resume os acontecimentos que antecederam o êxodo do povo Judeu: “Os estrangeiros vieram para o Egito. Eles têm crescido e estão por toda a parte, o Nilo se tornou em sangue, as plantações então em chamas, a casa real perdeu todos os seus escravos, os pobres estão se tornando donos de tudo, o nosso ouro está no pescoço dos escravos”.

Evidências arqueológicas

As escavações arqueológicas que descobriram Sodoma

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“Então, o Eterno fez chover fogo e enxofre sobre Sodoma e Gomorra” (Gênesis 19:24). Na Bíblia, os povos de Sodoma e Gomorra são descritos como imorais e perversos, e é por esse motivo que Deus destrói as cidades fazendo chover fogo e enxofre. Até o começo do século XX não havia confirmação da localização dessas cidades. Entretanto em 1924, os arqueólogos William F. Albright e M. Kyle encontraram resquícios de um santuário no sítio arqueológico Bab-Edh-Dhra, próximo ao Mar Morto.

Na década de 60, o arqueólogo Paul Lapp realizou uma escavação que revelaria o cemitério desta cidade ainda não identificada. O cemitério foi encontrado sob camadas de terra e de cinzas, o que chamou a atenção dos pesquisadores, pois no período do Bronze Antigo III, quando as cidades eram atacadas por inimigos, todo o território da cidade era queimado com exceção dos cemitérios. A evidência permitiu concluir que a cidade encontrada há 40 anos por Albright e Kyle era a antiga Sodoma.

De acordo com o livro Arqueologia Bíblica de Randall Price, a cidade de Sodoma, juntamente com Gomorra, Admá, Zoar e Zeboim faziam parte da região conhecida como “as cidades da planície”. Por isso ao aceitar que a região de Bab edh-Dhra tenha sido Sodoma, seria de se esperar que também fossem achados traços das outras cidades na mesma área. O que está acontecendo: “Isso, de fato, tem sido o caso. Ao longo do litoral sul de Bab edh-Dhra está a cidade de es-Safi, identificada desde os tempos bizantinos com Zoar. As inves­tigações de Rast e Schaub revelaram três outros sítios, um entre Bab edh-Dhra e es-Safi conhecidos como Numeira, e dois ao sul de es-Safi conhecidos como Feifa e Khanazir” completa Randall Price, no livro Arqueologia Bíblica.

Evidências arqueológicas

Arqueólogos descobrem o palácio do Rei Davi

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O Rei Davi é mencionado na Bíblia cerca de 1.050 vezes. De acordo com o livro Arquivologia Bíblica, de Randall Price, apesar de tal ênfase em Davi nas escrituras “até pouco tempo todos os livros que lidavam com a história da Terra Santa tinham de admitir que nenhum rastro de Davi jamais aparecera nos registros arqueológicos”, mas isso mudou recentemente.

Até o começo do nosso século, a existência do Rei Davi era questionada pelos estudiosos críticos. Mas em 2013, quando as ruínas do palácio que pertenceu ao personagem bíblico foram encontradas, fortaleceu a corrente que acredita que a Bíblia traz relatos de eventos históricos. Na escavação que durou sete anos, os arqueólogos Yossi Garfinkel (Universidade Hebraica) e Saar Ganor (Autoridade de Antiguidades de Israel) descobriram o edifício real em um sítio arqueológico de Khirbet Qeiyafa, localizado a 30 km ao sul de Jerusalém.

Na Bíblia, Shaaraim era o nome da cidade em que o palácio do Rei Davi ficava. A construção que tem cerca de 3 mil anos, é estimada em mil metros quadrados. O palácio ficava dentro de uma cidade fortificada, onde seus muros chegavam a sete metros de espessura. E tanto dentro como próximo à construção foram encontrados objetos como jarros e vasos.

Evidências históricas

Relato da Criação: Verdade ou alegoria?

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A criação do mundo, entre povos, cientistas e crenças é um tema que possui diferentes interpretações. Entretanto análises sobre textos de povos antigos que abordam a criação do mundo, apresentam pontos em comum com o relato bíblico da criação. Em 1849, no Iraque, foram encontradas sete tábuas de argila com cerca de 200 linhas de texto sobre a criação de acordo com a cultura dos povos babilônicos. As tábuas conhecidas como Enuma Elish trazem narrativas com muitas semelhanças ao relato do Gênesis.

Já a ciência explica a vida na Terra pela Evolução Biológica das Espécies, e defende que o mundo surgiu a partir de uma grande explosão, o Big Bang. Porém acreditar na hipótese científica é concordar que as condições para a manutenção da vida foram formadas por acaso. Há 50 mil anos, por exemplo, o Homo sapiens - como a ciência designa os seres humanos modernos - habita o único planeta que possui em abundância todas as condições para a manutenção da vida. A quantidade de calor emitida pelo sol, a distância que a estrela está da Terra, a inclinação do eixo da Terra e até a velocidade de rotação do planeta resultam em temperaturas apropriadas para a vida humana e na distribuição das estações do ano (que garantem uma vegetação diversificada).

Diferente da nossa atmosfera, as de outros planetas não permitem a manutenção da vida humana. Saturno, por exemplo, é um planeta tão extenso que seu campo gravitacional retém grandes quantidades de hidrogênio e hélio, mas não de oxigênio. Já o planeta Mercúrio é tão pequeno que seu campo gravitacional se quer retém gases.

A atmosfera da Terra possui a proporção certa de gases para a manutenção da vida. Os 21% de oxigênio que estão na atmosfera protegem a Terra de grandes quantidades de raios ultravioletas. O crescimento das plantas e as oscilações de temperatura são diretamente influenciados pela quantidade de gás carbônico que há na atmosfera, cerca de 0,03%. Já os 79% de nitrogênio são indispensáveis para a produção de proteína nas plantas, no processo conhecido como ciclo do nitrogênio.

Evidências históricas

Relatos do Dilúvio em civilizações antigas

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O relato bíblico que narra a aliança de Deus com Noé e a destruição da terra por meio de um dilúvio é considerado pelos céticos como mito. Porém, mais de 200 textos, de diferentes povos, trazem relatos semelhantes à narrativa encontrada no Gênesis. Um desses relatos é conhecido como Epopeia de Gilgamesh. O texto em forma de poema foi encontrado em 1853, pelo arqueólogo Austen Henry Layard, dividido em 12 tábuas de argila datados de 650 anos a.c.

Na 11º tábua, Gilgamesh, um rei sumérico, relata seu encontro com o rei Utnapishtim, que lhe conta a história épica que viveu. Utnapishtim narra que o Deus Enlil, insatisfeito com a maldade dos homens decidiu eliminá-los da terra ordenando um dilúvio, e que ele fora o escolhido por este Deus para construir uma arca e salvar sua família e um casal de cada espécie animal.

Apesar dos relatos históricos apresentarem pontos diferentes do relato bíblico, de acordo com Michelson Borges, é possível destacar que eles concordam em pelo menos três pontos: uma arca ou um barco foi o meio de escape, a água destruiu toda a raça humana e outras formas de vida sobre a terra e uma família foi preservada para perpetuar a vida humana. A Epopeia de Gilgamesh expõe uma série de semelhanças com o relato bíblico como o material usado para revestir o barco, o piche, e a sacrificação de um animal após o dilúvio.

Apesar das semelhanças, o Gênesis deve ser considerado como o relato original do dilúvio, ou seja, que ocorreu anteriormente a qualquer narrativa que aborde o mesmo tema. As evidências arqueológicas e históricas também apontam para o fato de que o evento é histórico e que inspirou a produção de lendas nas civilizações antigas.

Evidências históricas

Evidências históricas sobre o Êxodo

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Por muitos anos a pequena quantidade de evidências que comprovassem o relato da saída dos Hebreus do Egito rumo à terra prometida colaborou para que questionamentos sobre a história narrada no livro Êxodo fossem levantados. Para provar a historicidade deste relato é possível considerar três categorias de evidências: tendência à relatar a versão vitoriosa, linguísticas e documentais.

A história tradicional ou história dos vencidos é uma linha de estudo que afirma que os eventos históricos que aprendemos na escola e lemos em livros são descritos pelo ponto de vista dos vencedores. O Êxodo foi uma grande derrota para o povo egípcio, pois além das dez pragas que avastaram o território, a saída de grande parte dos escravos significou um grande impacto econômico para a região. Por isso é possível entender o motivo dos egípcios não terem narrados o Êxodo em seus registros históricos. A batalha de Kadesh é um exemplo do orgulho nacional egípcio. Por volta de 1300 a.c, o Egito e o Império Hitita travaram uma batalha às margens do rio Orontes. Ao desfecho cada império declarou vitória, porém há evidências de que os egípcios tiveram perdas maiores do que os hititas.

De acordo com o pastor Luiz Gustavo Assis, o uso de palavras de origem egípcia no livro de Êxodo como selo, cesto e arca apontam para o conhecimento da língua por quem escreveu o livro da Bíblia: Moisés, líder que libertou o povo israelita da escravidão no Egito e o guiou pelo deserto em busca da Terra Prometida. O nome do herói hebreu é outro exemplo, pois Moisés vem do verbo egípcio “ms-n”, que significa “nascido de”. Esse é um verbo também encontrado no nome de outros faraós como Ramsés, Ahmose, Thutmose.

A Estela do Faraó Meremptá é um documento histórico egípcio que cita a presença israelita no território. O documento que comemora a vitória sobre invasores líbios é datado de aproximadamente 1.417 a.C. Nele a presença israelita é mencionada juntamente com outras cidades de Canaã. O texto sugere que o povo de Israel já estava na terra prometida em meados de 1200 a.C.

Evidências históricas

Os milagres de Jesus de Nazaré

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Três dias após sua morte, Jesus, o filho de Deus ressuscitou dos mortos. Este que seria o sétimo milagre de Cristo impulsionou o surgimento do cristianismo há 2.000 anos. Foi a fé na ressurreição do Filho de Deus que deu início a crença cristã, pois caso Maria, a mãe de Jesus, e Maria Madalena tivessem encontrado seu corpo na tumba, a crença em um Messias ressurreto seria infundada.

Antes da ressureição Jesus realizou outros seis atos miraculosos. O primeiro ocorreu em Caná, na Galiléia, em uma festa de casamento. Jesus, Maria e os discípulos foram convidados para a festa, mas o vinho logo acabou. No momento em que achou propício, o filho de Deus fez com que buscassem vasilhames cheios de água, que a serem servidos aos convidados se transformaram em vinho. Em 2004 a casa onde ocorreu o casamento foi descoberta, os arqueólogos acharam pedaços de grandes jarras de pedra que datam do período romano. Um ano depois, em 2005 foi descoberto o Tanque de Siloé. De acordo com a Bíblia, foi neste tanque que Jesus disse a um cego de nascença “Vá! Lave-se no tanque de Siloé”, o homem lavou-se e passou a enxergar.

Um dos milagres realizado por Jesus Cristo, ocorreu no Lago Genesaré (Mar da Galiléia). Simão, Tiago e João voltavam de uma pesca mal sucedida, quando Jesus ordenou que jogassem a rede novamente. Para a surpresa dos pescadores, a rede estava repleta de peixes. Em 1985, o norte de Israel sofreu com um verão intenso e poucas chuvas. Por isso o nível da água do Mar da Galiléia caiu. Dois irmãos de uma colônia agrícola próximo ao lago aproveitaram a oportunidade para procurar antigos tesouros na área, e ao escavar perceberam um contorno oval na lama. Neste local seria descoberto um barco contemporâneo a Jesus.

A tumba de Lazáro hoje é um local de adoração de fiés cristãos. Há 2 mil anos, foi neste local que ocorreu um dos milagres de Jesus. Após quatro dias da morte de Lazáro, Jesus chegou a cidade de Betânia e o ressuscitou. Outro local onde Jesus realizou um milagre e que também é visitado por turistas é o Tanque de Betesda, onde curou um paralítico.

Além desses milagres serem descritos no Evangelho de João, na Bíblia, também foram citados em obras extrabíblia como o livro Talmude, importante obra do judaísmo e nos estudos de Flávio Josefo, historiador que viveu no primeiro século (37-100 d.C).

Antecipações científicas

Terra no vácuo

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Apesar da Bíblia não ser um livro científico, alguns dos 40 autores que escreveram o livro, anteciparam nele alguns fatos científicos que seriam comprovados anos depois por pesquisadores. Em Jó 26:7, por volta de 1500 a.C, Moisés escreve que “Deus suspende a terra sobre o nada”. Nesta época os egípcios acreditavam que a terra estava sustentada por cinco pilares. Mas Moisés, guiado por Deus, antecipa o que seria chamado de vácuo só no século XVII.

O formato da terra também é um dos fatos científicos antecipados na Bíblia. Em Isaías 40:22, a passagem “Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra” revela o formato da terra 2500 anos antes de cientistas como Galileu, Copérnico e Colombo.

Antecipações científicas

Os conselhos de Deus para um modo de vida saudável

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No Egito antigo a expectativa de vida não passava de 50 anos. Quando os Hebreus saíram do território, rumo à terra prometida, começaram a seguir os ensinamentos de Deus. Por meio de Moisés, Deus mostrou aos Hebreus como um estilo de vida mais saúdável faria a população prosperar. Foi durante o Êxodo que a expectativa de vida do povo de Deus mais aumentou, e chegou em 70 anos.

A Bíblia traz passagens que falam sobre a importância de preservar a saúde. Em Romanos 12:1,2, por exemplo, Paulo escreve: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com esse século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Nesta passagem Bíblica, Paulo afirma que a qualidade de vida não deve ser alcançada apenas para a longevidade, e sim para uma relação bem sucedida entre a criatura e o Criador. No mesmo sentido Paulo escreve em Coríntios 10:31: “Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”.

Para desenvolver e manter uma vida melhor fisicamente, emocionalmente e espiritualmente a Igreja Adventista do Sétimo Dia segue oito princípios gerais, conhecidos como remédios naturais, são eles: alimentação saudável ingetão regular de água, respiração de ar puro, exposição à luz do solar, prática de exercício físico, repouso, temperança, e confiança em Deus. Segundo as doutrinas da igreja, o princípio de confiança em Deus é imprescindível para a preservação de uma saúde integral de qualidade, já que “confiar em Deus é mais do que saber que Ele existe, mas ter um relacionamento de amor com Ele”.

Conheça mais sobre os oito remédios naturais:

Alimentação Saudável

Uma alimentação saudável envolve dois aspectos: evitar alimentos que prejudicam o organismo e usar com moderação os alimentos que são benéficos com destaque para a alimentação vegetariana rica em fibras e nutrientes encontrados nos alimentos integrais.

Ingestão regular de água

A água é essencial para transportar alimentos, oxigênio e sais minerais, além de estar presente naquilo que se elimina como suor e lágrimas, no plasma sanguíneo, nas articulações, nos sistemas respiratório, digestivo e nervoso, na urina e na pele.

Respiração de ar puro

É fundamental buscar lugares onde haja ventilação em que o ar puro ser respirado.

Exposição à luz solar

Uma das principais orientações é que as casas tenham locais de iluminação solar. Às vezes, é necessário remover cortinas, abrir as janelas, suspender persianas para que os raios de sol entrem nos ambientes.

Prática de exercício físico

Os adventistas sugerem que as atividades físicas sejam feitas diariamente, pelo menos 30 minutos a cada dia. Há, também, pesquisas recentes que falam que três sessões de 10 minutos proporcionam os mesmos benefícios que uma sessão de meia hora.

Faça repouso

Além de se dormir o número de horas correta diariamente, é importante reservar um dia da semana para um processo de restauração das relações sociais e familiares, descanso das atividades física e mentais cotidianas e maior conexão espiritual com Deus.

Exerça a temperança

Temperança envolve mais do que a abstinência de certos tipos de drogas lícitas ou ilícitas, mas o uso dos remédios naturais de Deus, além de uma vida equilibrada no trabalho, no lazer e nas relações pessoais.

Confie em Deus

É imprescindível para uma saúde integral de qualidade a vivência de uma religião prática e não apenas a fé nominal. Confiar em Deus é mais do que saber que Ele existe, mas ter um relacionamento de amor com Ele.

Antecipações científicas

O conselho de Deus à Abraão

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A função da protrombina (vitamina K) no corpo humano foi descoberta em 1929 pelo cientista Henrik Dam, mas na Bíblia Deus já manifestava a importância de circuncidar o bebê somente oito dias após o nascimento. Em Gênesis 17:12, Deus fala à Abraão “O filho de oito dias, pois, será circuncidado, todo o homem nas vossas gerações”. Cientificamente é comprovado que do primeiro ao quinto dia de vida do bebê o nível de protrombina (vitamina K) no sangue está baixo, o que aumenta o risco de hemorragia.

A protrombina é um importante elemento coagulador do sangue, que apesar de ser pouco produzido entre os primeiros dia de vida de um bebê, no oitavo dia após o nascimento, chega a um nível de 110%. Mas após esse dia o nível da vitamina se estabiliza em 100% no corpo. Assim é possível afirmar que no oitavo dia a criança tem mais protrombina no sangue do que em qualquer momento da sua vida.

Apesar de no Antigo Testamento Deus manifestar sua vontade pela circuncisão “Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti: Que todo o homem entre vós será circuncidado” (Gn 17:10), no Novo Testamento essa condição passou a ser o batismo cristão.

Antecipações científicas

A descoberta da pressão atmosférica

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Apesar de não ser um livro científico, a Bíblia possui muitas passagens com princípios da ciência registrados como relatos sobre a natureza, antecipando assim descobertas científicas. Temas como a extensão do universo (Isaías 55:9), o ciclo hidrológico (Eclesiastes 1:7), o campo gravitacional (Jó 26:7) e a circunsição no oitavo dia (Gênesis 17:12) são abordados no livro sagrado.

Os estudos sobre o peso e pressão do ar, por exemplo, foram iniciados por Torricelli no século XVII, quando o cientista criou o barômetro em 1643, provando que o ar atmosférico exerce uma pressão sobre a terra. Porém no livro sagrado, Deus revelou que o ar teria peso: Quando deu peso ao vento e tomou a medida das águas (Jo 28:25).

Evidências Proféticas

Daniel, um livro para os dias atuais

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Por volta de 600 a.C, Daniel recebera revelações que se desdobrariam até os dias atuais. As visões de Daniel previam ascensões e quedas de reinos, anunciavam um grande período de tempo em que as leis de Deus não seriam cumpridas e revelavam o segundo advento de Cristo. A Bíblia narra que nesta época o rei da Babilônia, Nabucodonosor, teve um sonho perturbador, mas não conseguia lembrá-lo.

Para esta civilização os sonhos eram considerados revelações. Por isso Nabucodonosor ordenou que os sábios, magos e feiticeiros do palácio descobrissem e interpretassem o seu sonho. Sem saída os sábios responderam ao rei “Não há mortal sobre a terra que possa revelar o que o rei exige. Se não os deuses, e estes não moram com os homens”(Daniel 2:10, 11). Daniel que havia conquistado a confiança da corte, clamou a Deus por uma resposta, já que o rei ameaçara matar todos os sábios, caso o sonho não fosse relevado. Por meio de uma visão, o sonho foi revelado a Daniel.

A visão de Daniel, e o sonho do rei revelavam uma estátua dividida em materiais diferentes. Também estava presente no sonho, uma grande pedra que atingiu a parte inferior da estátua e a destruiu. Por meio de Deus, Daniel interpretou que a cabeça da estátua, que era de ouro, representava o Império Babilônico (605 a.C - 539 a.C). O império reinado por Nabucodonosor foi descrito por Heródoto, conhecido como o pai da história, da seguinte forma “Na parte inferior do templo de Babilônia há outra capela, onde se vê uma grande estátua de ouro representando Júpiter sentado. Ao lado, uma grande mesa de ouro. O trono e o escabelo são do mesmo metal. Vê-se também, fora da capela, um altar de ouro.”

O peitos e os braços de prata era o reino que sucedeu Babilônia, o Medo-Pérsia (539 a.C - 331 a.C). O ventre e os quadris de bronze foi a Grécia de Alexandre, O Grande (331 a.C - 168 a.C), e o quarto reino representado, era Roma (168 a.C - 476 d.C) que na estátua possuia pernas de ferro, e pés de ferro e barro. Na interpretação de Daniel a pedra, que destruiria os quatro reinados, representa Cristo que em Sua Segunda Vinda dará fim aos reinos terrestres e estabelecerá Seu reino eterno.

Evidências Proféticas

A proximidade do fim, e os sinais do tempo

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Na Bíblia, Jesus afirma que próximo a Sua Segunda Vinda o mundo presenciaria sinais do fim dos tempos por meio de fome, terremotos e guerras. Hoje, testemunhamos muitos desses acontecimentos. A Revista Ancião (CPB), de abril-junho de 2011, trouxe uma lista de dez sinais da volta de Jesus:

1. O sinal dos “escarnecedores” (2Pe 3:3, 4).

Pedro anunciou que as condições prevalecentes nos “últimos dias” seriam de descrença a respeito dos sinais da vinda de Cristo. É possível observar hoje que há pessoas que tentam difamar a palavra de Deus.

2. O sinal da “guerra” (Mt 24:6, 7).

O século 20 testemunhou as duas maiores guerras da história (1914-1918; 1939-1945). No total, mais de 70 milhões de pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram). O século 20 foi o mais sangrento já registrado.

3. O sinal da “fome” (Mt 24:7).

Quatro das maiores fomes de toda a história ocorreram nos últimos cem anos (Rússia 1921, 1933; China 1928-1930; Bangladesh 1943-1944. Estima-se que cerca de 20 milhões de pessoas morreram).

4. O sinal da “pestilência” (Mt 24:7).

O século passado testemunhou uma das maiores pestilências de toda a sua história (“Gripe Espanhola” de 1918. Estima-se 21 milhões de vítimas).

5. O sinal dos “terremotos” (Mt 24:7).

O último século presenciou dois dos maiores terremotos da história (China, 1920, 180 mil mortos; Japão, 1923. Total de feridos 1,5 milhão, dos quais 200 mil morreram). O terremoto no Japão foi descrito na ocasião como a “maior catástrofe desde o dilúvio”.

6. O sinal dos “tempos difíceis” (2Tm 3:1-3).

A despeito dos equipamentos mais engenhosos e caros para combater o crime, a violência, estes estão aumentando em proporções alarmantes. Os governos podem restringir, mas não eliminar esses problemas.

7. O sinal do “temor” (Lc 21:25-26).

Desde o advento da bomba nuclear, nosso sonho de paz e segurança se transformou em terrível pesadelo, quando o grande conhecimento que os seres humanos adquiriram deveria lhes garantir segurança.

8. Sinal dos “Dias de Noé” (Mt 24:37-39).

Nos dias de Noé, o avanço e grande conhecimento da civilização foram ofuscados pela violência desenfreada e pela escandalosa imoralidade. O mesmo ocorre hoje.

9. O sinal do “evangelho” (Mt 24:14).

Durante os últimos anos, por meio da imprensa, da internet, rádio e televisão, a pregação do evangelho em escala mundial se tornou uma possibilidade real. Um único homem pode atingir uma audiência de dezenas e mesmo centenas de milhões de pessoas! A Bíblia está traduzida em mais de 1.300 línguas e é distribuída a uma média de 100 milhões de cópias por ano.

10. O sinal “estas coisas” (Lc 21:28-32).

Quando confrontadas com os sinais, algumas pessoas argumentam: “Mas crimes, guerras, terremotos e pestilências sempre ocorreram. Não há nada de anormal nisso, portanto, como tratá-las como sinais? Além do mais, no passado as pessoas esperaram a volta do Senhor em seus dias e foram desapontadas. Elas interpretaram mal os sinais. Não poderíamos estar cometendo o mesmo equívoco?” Aqueles que levantam essa objeção deixam de considerar uma diferença muitíssimo significativa entre a nossa geração e as gerações passadas: hoje, pela primeira vez, desde que Jesus ascendeu ao Céu, todos os principais sinais para o tempo do fim estão sincronizados. Um ou mais desses sinais podem ter ocorrido nas gerações passadas, mas nunca todos eles ocorreram simultaneamente, como vemos hoje.

Evidências Proféticas

Professias messiânicas: Vida e obra de Jesus na Bíblia

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A vinda de um salvador da humanidade assim como sua obra foram profetizados em diversas passagens bíblicas escritas séculos antes de seu nascimento. Para os estudiosos da Bíblia é possível observar dezenas de profecias citadas no antigo testamento que foram confirmadas no novo testamento, como: o messias nasceria da semente de uma mulher, o messias seria descendente de Davi e o messias ascenderia ao céu.

A profecia das 70 semanas, inclusa na profecia das 2300 Tardes e Manhãs, é considerada o tema central da Bíblia por revelar a importância de viver de acordo com os princípios da verdadeira palavra de Deus. E foi nesta profecia revelada a Daniel, 600 anos antes de Cristo, que Deus mostrou que o Messias viria à terra para trazer justiça eterna e dar fim aos pecados.

Evidências Proféticas

A profecia que caiu sobre Tiro

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No século VI a.C, Tiro era considerada uma cidade invencível. Localizado em uma ilha, o importante porto fenício, utilizava-se de seu território como proteção para invasões de inimigos. Porém Deus revelou, por meio do profeta Ezequiel, seu descontentamento com o povo de Tiro e seu governador. Em Ezequiel (28:11-19), Deus critica o rei de Tiro “És tão orgulhoso que pensas que és Deus, e que te sentas no trono de Deus, no meio dos mares. Mas não passas de ser um mero ser humano”.

O profeta revelou então que a imponente Tiro seria dominada e destruída por um rei chamado Nabucodonosor. Os eventos que resultaram no cumprimento da profecia começaram a acontecer em 574 a.C, quando o rei da Babilônia, Nabucodonosor, dominou Tiro. Em 332 a.C, o império macedônico liderado por Alexandre, o Grande, saqueou riquezas e mercadorias, derrubou as muralhas que protegiam a cidade e a destruiu, cumprindo com precisão a profecia. Históricamente esta investida de Alexandre, o Grande, ficou conhecida como o Cerco de Tiro. Para chegar à ilha o exército macêdonico construiu um aterro com um quilômetro de extensão e dois metros de profundidade.